[Internacional] Primeira missão operacional para o pod de reconhecimento digital Reco-NG nos caças Rafale
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[Internacional] Primeira missão operacional para o pod de reconhecimento digital Reco-NG nos caças Rafale
IMAGENS: Primeira missão operacional para o pod de reconhecimento digital Reco-NG nos caças Rafale
Um caça Dassault Rafale F3 pousa a bordo do porta-aviões Charles de Gaulle equipado com um pod de reconhecimento Reco-NG da Thales. (Foto: Ministério da Defesa da França)
Sendo testado desde 2009 pela força aérea e marinha da França na Base de Mont-de-Marsan, o pod de reconhecimento digital Reco-NG, fabricados pela Thales, e montado nos caças Rafale na operação Agapanthus, estão sendo utilizados pela primeira vez num deslocamento operacional. As primeiras missões teriam sido executadas no dia 2 de dezembro.
A revolução é enorme: os sensores modernizados integrados nos caças Super-Etendard e Mirage F1 surgem para substituir um sistema que combina dois sensores ópticos: um de alta resolução para altitudes médias, e outro para registros a baixa altitudes e em alta velocidade. Outro fator decisivo: as imagens processadas podem ser feitas sem atraso e enviadas para o porta-aviões Charles de Gaulle através de um link de dados.
Operando no Afeganistão desde o dia 25 de novembro, os caças Rafale da Marinha da França estão operando pela primeira vez com os pods de reconhecimento digitais Reco-NG da Thales. (Foto: Ministério da Defesa da França)
Se houver a necessidade, as imagens podem ser coletadas e analisadas em tempo real e auxiliam nas tomadas de decisões. A bordo do porta-aviões, uma equipe dedicada a planejar as missões que envolvem o uso de veículos, definem a utilização contra os objetivos identificados, coletam e depois analisam as imagens. A qualidade das imagens são infinitamente superiores as feitas por equipamentos anteriormente utilizados. Uma das maiores vantagens do sistema Reco-NG e a capacidade de resolução óptica que pode observar muito a frente da aeronave, podendo permanecer fora do alcance do inimigo.
Desde o dia 25 de novembro, como parte da Operação Pamir, o grupamento aéreo está envolvido em operações aéreas no Afeganistão. Patrulhas de 5 horas e meia em média, cobrindo dois terços da área definida, permitem que sejam explorados ao máximo o sistema Reco-NG. As imagens coletadas e interpretadas auxiliam as tropas terrestres a conhecer o cenário das operações.
Fontes: EMA e Ministério da Defesa da França – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok
Via: cavok.com.br
Um caça Dassault Rafale F3 pousa a bordo do porta-aviões Charles de Gaulle equipado com um pod de reconhecimento Reco-NG da Thales. (Foto: Ministério da Defesa da França)
Sendo testado desde 2009 pela força aérea e marinha da França na Base de Mont-de-Marsan, o pod de reconhecimento digital Reco-NG, fabricados pela Thales, e montado nos caças Rafale na operação Agapanthus, estão sendo utilizados pela primeira vez num deslocamento operacional. As primeiras missões teriam sido executadas no dia 2 de dezembro.
A revolução é enorme: os sensores modernizados integrados nos caças Super-Etendard e Mirage F1 surgem para substituir um sistema que combina dois sensores ópticos: um de alta resolução para altitudes médias, e outro para registros a baixa altitudes e em alta velocidade. Outro fator decisivo: as imagens processadas podem ser feitas sem atraso e enviadas para o porta-aviões Charles de Gaulle através de um link de dados.
Operando no Afeganistão desde o dia 25 de novembro, os caças Rafale da Marinha da França estão operando pela primeira vez com os pods de reconhecimento digitais Reco-NG da Thales. (Foto: Ministério da Defesa da França)
Se houver a necessidade, as imagens podem ser coletadas e analisadas em tempo real e auxiliam nas tomadas de decisões. A bordo do porta-aviões, uma equipe dedicada a planejar as missões que envolvem o uso de veículos, definem a utilização contra os objetivos identificados, coletam e depois analisam as imagens. A qualidade das imagens são infinitamente superiores as feitas por equipamentos anteriormente utilizados. Uma das maiores vantagens do sistema Reco-NG e a capacidade de resolução óptica que pode observar muito a frente da aeronave, podendo permanecer fora do alcance do inimigo.
Desde o dia 25 de novembro, como parte da Operação Pamir, o grupamento aéreo está envolvido em operações aéreas no Afeganistão. Patrulhas de 5 horas e meia em média, cobrindo dois terços da área definida, permitem que sejam explorados ao máximo o sistema Reco-NG. As imagens coletadas e interpretadas auxiliam as tropas terrestres a conhecer o cenário das operações.
Fontes: EMA e Ministério da Defesa da França – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok
Via: cavok.com.br
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