[Brasil] Aeroméxico e Asa fazem voo com bioturbosina durante Rio+20.
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[Brasil] Aeroméxico e Asa fazem voo com bioturbosina durante Rio+20.
Mercado&Eventos
19/06 - 16:39
Aeroméxico e Asa fazem voo com bioturbosina durante Rio+20
Larissa D`Almeida
A Aeroméxico, em parceria com a Aeroportos e Serviços Auxiliares (ASA), promovem um voo com bioturbosina, durante a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável), que acontece no Rio de Janeiro.
A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), em conjunto com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Grupo de Ação do Transporte Aéreo (ATAG), e diversas companhias aéreas e fornecedores de bicombustível, realizarão uma série de voos que partirão de Montreal, Canadá, com destino ao Rio de Janeiro.
O voo contará com quatro trechos interconectados: Montreal – Toronto – Cidade do México – São Paulo e Rio de Janeiro, todos efetuados com biocombustíveis sustentáveis de aviação. A Aeroméxico realizará o terceiro trecho em um Boeing 777-200 carregado com 27 mil litros de biocombustível fornecido pela ASA, cobrindo 7.428 quilômetros.
Estarão presentes no voo Raymond Benjamín, secretário geral da OACI, acompanhado da delegação mexicana liderada por Guillermo Heredia, coordenador de unidades de negócio da ASA, e Héctor Reyes Muños, subdiretor de qualidade e governança corporativa do grupo Aeroméxico.
O que é bioturbosina?
O voo que partirá da Cidade do México com destino a São Paulo, será alimentado por uma mistura de 50% de turbosina derivada do petróleo e 50% Bio-Querosene Parafínico Sintetizado (Bio-KPS), derivado de óleo recuperado de cozinha em sua maioria (88%), Camelina (10%) e Jatropha mexicana (2%).
O uso do óleo recuperado de cozinha, na produção de biocombustível, permite um duplo benefício para o meio ambiente. Ao ter emissões de CO2 ao longo de seu ciclo de vida, de 65% até 80% menores com relação à turbosina derivada do petróleo, seu uso previne emitir até 25.5 toneladas de CO2. O reprocessamento evita que o destino final, como desperdício, contamine os lençóis aquíferos e o solo.
Tecnologia - Pela primeira vez, a Aeroméxico implementará telas eletrônicas na cabine do Boeing 777-200 mediante as quais os pilotos terão acesso a versões digitais dos Manuais de Operação, substituindo as versões impressas.
19/06 - 16:39
Aeroméxico e Asa fazem voo com bioturbosina durante Rio+20
Larissa D`Almeida
A Aeroméxico, em parceria com a Aeroportos e Serviços Auxiliares (ASA), promovem um voo com bioturbosina, durante a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável), que acontece no Rio de Janeiro.
A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), em conjunto com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Grupo de Ação do Transporte Aéreo (ATAG), e diversas companhias aéreas e fornecedores de bicombustível, realizarão uma série de voos que partirão de Montreal, Canadá, com destino ao Rio de Janeiro.
O voo contará com quatro trechos interconectados: Montreal – Toronto – Cidade do México – São Paulo e Rio de Janeiro, todos efetuados com biocombustíveis sustentáveis de aviação. A Aeroméxico realizará o terceiro trecho em um Boeing 777-200 carregado com 27 mil litros de biocombustível fornecido pela ASA, cobrindo 7.428 quilômetros.
Estarão presentes no voo Raymond Benjamín, secretário geral da OACI, acompanhado da delegação mexicana liderada por Guillermo Heredia, coordenador de unidades de negócio da ASA, e Héctor Reyes Muños, subdiretor de qualidade e governança corporativa do grupo Aeroméxico.
O que é bioturbosina?
O voo que partirá da Cidade do México com destino a São Paulo, será alimentado por uma mistura de 50% de turbosina derivada do petróleo e 50% Bio-Querosene Parafínico Sintetizado (Bio-KPS), derivado de óleo recuperado de cozinha em sua maioria (88%), Camelina (10%) e Jatropha mexicana (2%).
O uso do óleo recuperado de cozinha, na produção de biocombustível, permite um duplo benefício para o meio ambiente. Ao ter emissões de CO2 ao longo de seu ciclo de vida, de 65% até 80% menores com relação à turbosina derivada do petróleo, seu uso previne emitir até 25.5 toneladas de CO2. O reprocessamento evita que o destino final, como desperdício, contamine os lençóis aquíferos e o solo.
Tecnologia - Pela primeira vez, a Aeroméxico implementará telas eletrônicas na cabine do Boeing 777-200 mediante as quais os pilotos terão acesso a versões digitais dos Manuais de Operação, substituindo as versões impressas.
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